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COSMéTICAS.net

o «ESPAÇO» onde nem tudo o que parece é... música para os ouvidos !?

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o «ESPAÇO» onde nem tudo o que parece é... música para os ouvidos !?

4 comentários

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    PortoMaravilha

    11.02.11

    Olá Paulo,

    Qualquer adepto de futebol não pode imaginar a vida sem rádio. Se o stream cai há sempre o relato de futebol ....

    Indo directamente ao assunto : Quer na Tunísia quer no Egipto, a taxa de analfabetismo é enorme. E o poder de compra muito baixo.

    Quem sabe ler, quem pode ter acesso às redes sociais ?

    Foi a rádio quem recuperou e deu base às redes sociais ( eram Egípcias ou Tunisinas ou já mundialistas ? : Pergunta um pouco provocadora)

    As redes sociais sendo alfabetizadas podem estar em contacto com a rua que não é alfebetizada, contrariarmente à rádio ?

    O trabalho de rua foi imensamente pujante.

    O primeiro elemento de sedução é a voz. Aí a rádio desempenhou o seu papel.

    E Al-Jazira, com as suas imagens, também desempenha um papel importante para quem não sabe ler..

    Não creio que se possa comparar o que se passa na Tunísia e no Egipto com Portugal do 25 de Abril.

    Portugal nunca foi uma colónia e a dimensão não é mesma.

    Desculpa este pequeno comentário, mas a tua pergunta é mesmo para dissertação. Sendo que o essencial foi escrito.

    Nuno



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    Paulo Jerónimo

    14.02.11

    Não comparo as revoluções do oriente com o 25/4, apenas salientava a preponderância da rádio naquela madrugada portuguesa.

    Já quanto as redes sociais, até que ponto os acontecimentos de Tunísia e Egipto podem influenciar o "fenómeno à parva dos Deolinda" no toca a reunir para 12/Março, conforme já mencinado aqui http://cosmeticas.org/108751.html?thread=234703#t234703



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    PortoMaravilha

    14.02.11

    Paulo,

    Não sei.

    Creio todavia que a situação em Portugal não é comparável.

    Portugal faz parte da ue e os seus habitantes podem viajar no âmbito da ue. Deste ponto de vista, Mário Soares foi visionário, fazendo da sua política externa ( pelo que li ) a integração na cee a primeira das prioridades.

    Já os Tunísinos não tem qualquer porta de saída.

    Melhor que eu, se ouviste a rádio, deves saber que duas embarcações com homens Tunisinos se afundaram ao largo da costa Italiana.

    E o que é estranho é que alguns continuam a não pensar na distribuição da riqueza. Se esta não existir num futuro imediato, vamos mergulhar na Barbarie.

    Barbarie que nada tem a haver com a Idade Média.

    Nuno
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