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O Isqueiro e o Deliquente : Uma Pérola Legislativa !

08.05.10 | PortoMaravilha

 

Sous le fascisme il fallait payer un impôt annuel pour pouvoir posséder un briquet . L'absurdité du fascisme !

Source : Jornal do Fundão : 25 / IV / 2010

Nuno

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Durante o fascismo quem usava isqueiro tinha que ter uma licença anual para o poder fazer.

Quem não tivesse a dita licença anual era considerado um deliquente.

Na licença, a palavra empregue, para quem dá chama sem licença, é delinquente.

A multa , além da perda do isqueiro , podia variar entre os 250 e 500 escudos. Para os anos 1970 era uma quantia enorme.

Mas já imaginaram a cena dum cavalheiro a oferecer lume a pedido duma dama ? Mostrar primeiro a licença - não fosse ela alguma pide - ou recorrer aos fósforos ?

 

Fonte : Jornal do Fundão : 25 / IV / 2010

Nuno

2 comentários

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    Paulo Jerónimo

    10.05.10

    Tiago H,
    Primeiro, tentava "ironizar" no comentário inicial. Ou isso não é perceptível... ou, tudo bem, comungo do mesmo sentimento de "inocência", na sua interpretação.

    Segundo, e mais relevante, o prisma em que apresenta esta questão. Só vem enriquecer este post, pelo argumento que me parece válido e pertinente, o que apresenta. Ainda bem. O que tal não deixa, é de me parecer e transparecer, o atraso que Portugal detinha (e detém) na abordagem de temas como este.

    Tratando-se de um produto/combustível "caríssimo" como salienta, e perante seu argumento, o valor do mesmo não bastaria para que fosse, ou não, mais ou menos "desbaratado"? Licenciar a questão é que se impunha!
    Falamos do ano 1970, certo? Nos anos 50, talvez eu não acha-se a questão irrisória...) Agora tal Licença nos anos 70, parece-me tão ridícula, como ridículo era exigir licença de condução, registos de propriedade, matriculas, etc... para biciletas (!) nos finais dos anos 80, quando pelo visto (?), ainda não era o Tiago nascido. Deixa-me corrigir/complementar: Parecia ridículo a um puto (eu) que regressava a Portugal quando o Skate era o último grito e em voga de onde vinha (demorou quase 10 anos a chegar cá), e neste país, dar umas voltas de bicicleta (que não fosse a do pai), era o divertimento mais "evoluído" (mas "ilegal" na maioria dos casos) e que só estava ao alcance de filhos das classes média, media-alta.

    Off topic, ou talvez não: O que faz confusão a muita gente neste país, alguns com saudosismo dos velhos tempos, é que agora, os PC´s, Playstations, telemóveis (como os automóveis casa própria, etc) estejam acessíveis facilmente a qualquer um. Na convicção de outros tempos, tal continuaria a ser "brinquedos" só para alguns. Logicamente não estou a personalizar a questão.
    Ao Tiago H resta-me agradecer ter-me "picado" :-) para alargar o primeiro comentário.




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